segunda-feira, março 09, 2009

barbie

Será que existe alguém que nunca sonhou com a barbie? parabéns.

sexta-feira, março 06, 2009

verlaine e pessoa

a patti smith adora pessoa que leu por conselho do verlaine, bem, já gosto mais do tipo.

quinta-feira, março 05, 2009

A decisão

A decisão (isto não é cá lobo antunes).

quarta-feira, março 04, 2009

TV On The Radio no Alive


A excelente nova - Os TV On The Radio vão actuar a 9 de Julho no palco Super Bock do Optimus Alive! 09.

terça-feira, março 03, 2009

lobo antunes

é engraçado como o lobo antunes é dos escritores mais vendidos em Portugal e dos menos lidos.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Baterista dos Cold War Kids é primo de Cristiano Ronaldo

"O baterista dos Cold War Kids, Matt Aveiro, é primo de Cristiano Ronaldo.

De resto, ambos partilham o mesmo apelido. Matt é primo em terceiro grau e já esteve na Madeira mas não domina a língua portuguesa."

Foda-se. Coitado.

Isto não é censura, isto é…

Costuma afirmar-se por aí que a nossa democracia é ainda verde para tentar justificar e explicar aberrações que vão marcando a actualidade, o que me irrita especialmente. Ainda que assim o seja, a nossa democracia tem apenas cerca de trinta e cinco anos, não podemos esquecer que estamos inseridos numa realidade, supostamente, de primeiro mundo e seguimos os ventos franceses e alemães, onde se encontram, muito provavelmente, as democracias mais avançadas do mundo.
Aconteceu há uns dias algo que não sei ao certo como o classificar. Tratar-se-á, no mínimo, de um atentado à nossa jovem democracia, para além de uma arrepiante demonstração de ignorância por parte dos caricaturais intervenientes que fizeram esta notícia.
Basicamente, alguns agentes da Polícia de Segurança Pública de Braga apreenderam vários exemplares de um livro - Pornocracia, de Catherine Breillat - que reproduzia na capa um célebre quadro de Courbet, “A Origem do Mundo”. Qual demónio, este quadro retrata uma mulher nua, nomeadamente de uma perspectiva que foca frontalmente o sexo da mulher (como poderia focar a unha do anelar da mão direita).
Ora, após queixa pela actuação policial neste caso, a PSP de Braga foi obrigada a devolver, por ordem da sua Direcção Nacional, os livros apreendidos na feira do livro, com a justificação de que a obra em causa reproduz uma obra de arte e, logo, não existia fundamento para a respectiva apreensão.
Estivéssemos nós em tempos de antigo regime, às mãos da PIDE e estava em causa um típico acto de censura como tantos outros, com base na defesa do Estado, política e religião. A justificação apresentada pela PSP de Braga para a apreensão residiu no facto de esta constituir uma mera medida preventiva com o intuito de evitar desacatos entre os livreiros e pais de crianças, por supostamente alguns pais se terem queixado do obsceno que os livros carregavam, não se tratando assim de um acto de censura. Aqui concordamos plenamente - isto não é censura, é pura estupidez. A começar nas queixas dos pais e a acabar na actuação da PSP. Pais estes que depois assistem babosamente à artista Ana Malhoa no programa da tarde ou ensinam as didácticas letras do fenómeno Quim Barreiros às suas criancinhas porque tem piada. Na verdade, até uma criança de seis anos, por muito que sentisse curiosidade perante a imagem, saberia que não se tratava de pornografia. De qualquer forma, há que ter em conta o perigo que uma imagem destas poderia trazer para a joaninha, um dia mais tarde ainda se tornava menina da vida, ou o coitado do joãozinho que ainda acabava a vender heroína na EB 2.3..
Muito sinceramente tenho adormecido a perguntar-me sobre tamanho exercício de perspicácia policial demonstrada pelos senhores agentes que, ao observarem a imagem que o livro carregava, rapidamente se aperceberam do perigo que ali estava em causa, ou não fosse esta a actual razão de ser da ideia de polícia, e diligentemente, mais uma vez, foram os heróis do dia. Pensar eu que em escrito recente defendi que a conotação negativa que o conceito de polícia carrega já desde os tempos da PIDE deve ser afastada, tendo em conta o actual papel da polícia na sociedade. Pelos vistos, ainda existe alguma razão de ser nas muitas queixas sobre forma como a actuação de polícia se desenrola. Basta lembrar o infindável burburinho sobre isto que se tem ouvido pela nossa terra.
A continuar assim, e seguindo o mesmo raciocínio, ainda teremos apreensões em massa de chouriças e derivados na Feira dos Enchidos, ou não possuíssem estas uma ordinária forma fálica, capaz de envergonhar qualquer um, quanto mais permitir que inocentes criancinhas, em exercitação de curiosidade, observem os nossos famosos petiscos.

in Jornal de Monchique

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

isto não é censura, é pura estupidez.




"Escândalo. Alguns agentes da PSP de Braga apreenderam exemplares de um livro que reproduzia na capa um célebre quadro de Courbet, 'A Origem do Mundo'. A Direcção Nacional já emendou a mão e mandou devolver as obras. O livreiro mantém a queixa, para prevenir futuras situações do género
A PSP de Braga vai devolver, por ordem da Direcção Nacional, os livros apreendidos, no domingo, na feira do livro. A justificação é que a obra em causa - Pornocracia, de Catherine Breillat, editada pela Teorema - "reproduz uma obra de arte". Por isso, "não havendo fundamento para a respectiva apreensão, foi determinado o envio de uma comunicação ao Ministério Público para considerar sem efeito o respectivo auto".

Contactado pelo DN, o livreiro António Lopes, vítima da acção policial, reagiu: "Não esperava outra coisa. Já me causaram problemas que cheguem." Salientou, porém, que mantém a queixa-crime contra os agentes, "por abuso de autoridade, atentado à liberdade e censura". "Para evitar situações futuras do género", justificou.

António Lopes vai expor a acção policial ao Presidente da República, Assembleia da República e Ministério da Administração Interna. Entretanto, mantém a encomenda, feita horas antes, de mais 20 livros para vender ainda durante a feira.

O livreiro quer ser ressarcido de prejuízos morais, porque diz estar em causa o seu "bom nome" e o da empresa que representa, Inovação à Leitura, que fornece livros a escolas e municípios. "Agora vamos estar conotados com pornografia", lamenta o também organizador desta 5.ª edição da Feira do Livro em Saldo e Últimas Edições, no centro de Braga, depois de, no domingo, a PSP ali ter apreendido os cinco exemplares do título Pornocracia, de Catherine Breillat, da Editora Teorema. António Lopes descreve o acto como sendo ilegal, de censura, um "inaceitável atentado à liberdade desde o 25 de Abril", comparando-o mesmo à actuação da antiga PIDE, "para defender o Estado, política e religião".

Passados dois dias, o empresário ainda se diz perplexo com a actuação dos três agentes da PSP que, "sem qualquer mandado", apreenderam os livros. "O meu sócio interpelou-os, porque pensava que iam embora sem pagar", conta. Foi então que, lembra, os agentes, "com a desculpa de que a capa continha conteúdo pornográfico", fizeram um auto de apreensão - documento que António Lopes garante que vai emoldurar.

O livreiro, que garante desconhecer o conteúdo da obra, diz que reproduz na capa A Origem do Mundo, quadro de Gustave Courbet com exposição das coxas e sexo de uma mulher.

O DN tentou contactar a PSP, mas não foi possível. Em declarações à Lusa, o segundo-comandante da PSP de Braga, subintendente Henriques Almeida, justificou a apreensão como medida preventiva para evitar "desacatos entre os livreiros e pais de crianças" e não como um acto de censura.

"Se não tivéssemos agido e houvesse desacatos, éramos criticados... Assim, decidimos agir preventivamente", explica. Pessoalmente, o subin-tendente Henriques Almeida "não considera a reprodução do quadro pornográfica". Mas vários cidadãos queixaram-se ao piquete da polícia "de guarda" ao Banco de Portugal, perto da feira, ameaçando reagir. Alguns pais sentiram-se incomodados com o facto de a pintura na capa suscitar a curiosidade dos filhos que ali brincavam." in DN

isto não é censura, é pura estupidez.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Terceiro direito (Manuel de Freitas)

Terceiro direito

"O inferno, aqui. Deve ser normal.
Um choro de criança, no andar
de cima, sobrepõe-se à música
que não ouço e que é talvez de Brel
(nenhum quarteto de Mozart serviria agora

Há dias assim. Os guindastes
da insónia não seguram a voz, desastre
anunciado pela teimosia de pássaros
suburbanos. Coisas de muito esquecer,
se eu pudesse. Mas o corpo hesita,

volta a ser o envelope vazio
de um destino por assinar - e que
nada tem, neste momento, de «literário»,
Sinto a luz na garganta, sufoco
discretamente, alheio ao excesso .
de imagens que me traz o dia. ,
A alegria, se quiserem, fica para mais
tarde. Aqui, de novo, morre-se muito mal"

vivo no terceiro E, mas aqui também não se morre melhor.

este manuel de freitas mostra que a literatura portuguesa só pode provir de uma fonte inesgotável.

Robert Smith critica Radiohead

"O líder dos Cure, Robert Smith, criticou violentamente a ideia dos Radiohead em venderem «In Rainbows» a um preço livre.

«Não se pode permitir às pessoas que sejam elas a decidir o preço a pagar, senão o que fazes deixa de ter valor», disse Smith. «Foi um plano idiota», acrescentou.

O músico mostrou-se também incomodado com a questão dos downloads ilegais e criticou as editoras. «São muito relutantes em actuar», atacou.

Smith foi mais longe e relacionou as multinacionais com as operadoras de Internet. «As editoras pertencem a companhias que algures na cadeias de ligações detêm os serviços de Internet»."

(Isto vindo de um tipo de 50 anos que continua a pintar-se como se tivesse 20. talvez perca alguma credibilidade)

The Phantom Band - Folksong Oblivion (Unofficial)

Faith no More



11 anos depois estão de volta (para uma digressão).

livrarias e corpo

são os pequenos detalhes que mostram o quão pequena é a condição humana. acabei de passar pelo sítio onde estava uma pequena livraria, agora transformada num body concept ou uma merda do género.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

The visitor



*parece bem melhor que os buttons e bilionários.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Lobo Antunes prestes a calar-se



«Vou publicar este livro que acabei agora e escrever um último livro para arredondar a obra. Essa é a minha ideia. Depois, nessa altura, quando sair esse livro que arredonda, que eu penso que me levará dois anos de trabalho - se conseguisse começá-lo este ano -, acabam os romances, acabam as crónicas, acaba tudo e não publico mais nada. A minha voz falada ou escrita já não se ouvirá mais.»

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Dark Was The Night


É já a 17 de Fevereiro que chega às lojas a compilação Dark Was The Night, uma nova compilação Red + Hot que se destina à recolha de fundos para a luta contra a sida. Com alinhamento escolhido por Aaron e Bryce Dessner, dos The National, Dark Was The Night junta:

Andrew Bird
Antony + Bryce Dessner
Arcade Fire
Beach House
Beirut
Blonde Redhead + Devastations
Bon Iver
Bon Iver & Aaron Dessner
The Books featuring Jose Gonzalez
Buck 65 Remix (featuring Sufjan Stevens and Serengeti)
Cat Power and Dirty Delta Blues
The Decemberists
Dirty Projectors + David Byrne
Kevin Drew
Feist + Ben Gibbard
Grizzly Bear
Grizzly Bear + Feist
Iron & Wine
Sharon Jones & The Dap-Kings
Kronos Quartet
Stuart Murdoch
My Brightest Diamond
My Morning Jacket
The National
The New Pornographers
Conor Oberst & Gillian Welch
Riceboy Sleeps
Dave Sitek (TV On The Radio)
Spoon
Sufjan Stevens
Yeasayer
Yo La Tengo

Crespo vs Sócrates

"Já lá vão mais de trinta anos desde que rebentou, nos Estados Unidos, um dos escândalos políticos mais mediáticos de sempre, que ficou conhecido como o “caso Watergate” e que acabou por fazer cair Richard Nixon, o presidente norte-americano da altura. Se é verdade que os moldes de tal escândalo foram completamente diferentes daqueles com que temos sido presenciados nos últimos dias em todos os meios de comunicação, o alarido criado em Portugal com o caso Freeport e a sua alegada ligação com o nosso Primeiro-Ministro, José Sócrates, relembra as possíveis consequências que a existência de escândalos políticos, como o caso Watergate, podem acarretar para um Governo. No nosso caso, resta saber se existe verdadeiramente um escândalo ou, pelo menos, se esse escândalo atinge José Sócrates. Na verdade, pouco mais existe que meras suposições, que nem chegam a ser indícios. Suposições que têm vindo a ser muito bem trabalhadas pelos media, assentadas na boca de uma instituição qualquer britânica, que, pelos vistos, e ironicamente, ao bom estilo lusitano, não tem qualquer credibilidade. Por sua vez, a oposição, à falta de capacidade para conseguir fazer verdadeira oposição, arregala os olhos e mostra as suas insípidas e sujas garras arremessando as supostas suposições de corrupção contra o actual Primeiro-Ministro, na tentativa abutre de conseguir retirar daí dividendos políticos. Actualmente, na política não existindo o valor intelectual necessário para boas coisas se fazer, joga-se com o que se tem – baixo. Com isto não estou a ilibar o Primeiro-Ministro ou a afirmar que não houve corrupção neste caso. Estou apenas a afirmar que, neste caso, contra o Chefe de Governo não existem mais do que suposições, o que, num Estado de Direito Democrático, não vale, pelo menos não deveria valer, nada. Desta forma, estando perante meras suposições, ainda por cima durante uma das maiores, senão a maior, crise dos últimos cem anos, obviamente que, por este simples facto, não haverá razão suficiente para o Governo cair. É triste ver a caduca oposição ao Governo, que se arrasta baboseiramente por entre considerações absurdas e até ofensivas. Ainda assim, este caso Freeport ainda fará correr muita tinta, até porque, conhecendo os meandros da (maioria da) actual classe política, não será admiração alguma o facto de ter existido algum tipo de corrupção no licenciamento do centro comercial Freeport. Infelizmente este é o raciocínio que todos os portugueses farão, e, neste caso, apoiados na diária realidade de escândalos atrás de escândalos que consomem a tinta dos media. Ainda assim, de forma naïf ou não, e para o bem da já decrépita democracia portuguesa, quero acreditar na inexistência de corrupção neste caso.
Na altura, o presidente Nixon, apesar de o Congresso lhe ter caçado o mandato, negou sempre as acusações feitas, até que, tempos depois, nas afamadas entrevistas televisivas com o jornalista britânico David Frost (que se pensou facilmente manuseável, óptima oportunidade para o político caído em desgraça recuperar a sua reputação), o mesmo ex-presidente praticamente confessou em directo o seu envolvimento no escândalo Watergate. Aliás, um dos grandes nomeados para os Óscares do presente ano é exactamente o filme Frost/Nixon de Ron Howard.
Tal as parecenças que é possível encontrar entre o nosso suposto escândalo e o bulício mediático jornalístico que aí se tem alimentado, que ponho-me já a pensar na possibilidade de, daqui a uns anos, termos na televisão portuguesa um Mário Crespo/Sócrates (ou um Gabriel Alves/Cavaco). Esperemos que não ou a nossa democracia e sistema político, se ainda existir, estará, certamente, em maus lençóis."
publicado in jornal da terriola

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Frost/Nixon



já estou a ver a versão portuguesa - Crespo/Sócrates.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

O que é o culto?

Hank says:
fdx ja me começa a irritar a cena indie raiva contra corgan
handshakefulness. says:
lol
Hank says:
tipo, o corgan podia aparecer com um album do ano e pa pitchfork era uma merda
handshakefulness. says:
começa-me a irritar a cena feminina raiva contra mim
handshakefulness. says:
o corgan é uma merda...
Hank says:
os animal collective podiam aparecer com um album de merda e era bom
Hank says:
esta merda é so preconceitos de tpos pseudo qeer coisa
Hank says:
tipos
handshakefulness. says:
haha
Hank says:
e isto aplicase a imensas mrdas
handshakefulness. says:
iá
handshakefulness. says:
as gajas odeiam-me
Hank says:
e tu percebesme crl
Hank says:
tu ouves hip hop
Hank says:
lol
Hank says:
http://www.pitchforkmedia.com/article/download/48972-smashing-pumpkins-superchrist
Hank says:
essa mrda ta boa
Hank says:
tirando a parte paneleira dos violinos
handshakefulness. says:
lol
handshakefulness. says:
não deve estar
handshakefulness. says:
não gosto dele
handshakefulness. says:
só gosto de uma canção dos pumpkins
Hank says:
sim mas tu n comes gajas
Hank says:
qual?
handshakefulness. says:
pois não
handshakefulness. says:
não digo
Hank says:
lol
Hank says:
diz la
Hank says:
alguma merda paneleira
Hank says:
e tens vergonha
Hank says:
tta merda boa e gostas de uma musica paneleira dos pumpkins
Hank says:
fdx
Hank says:
depois dizes q n comes gajas
Hank says:
e o crl
handshakefulness. says:
adivinha qual é
Hank says:
soma
handshakefulness. says:
não
Hank says:
zero (aqele q n come gajas)
Hank says:
?
handshakefulness. says:
não
Hank says:
sei la crl
Hank says:
os gajos devem ter umas cem musicas
Hank says:
diz
handshakefulness. says:
não digo
Hank says:
fdx
Hank says:
coitado do corgan
handshakefulness. says:
1979
Hank says:
o gajo só nao se matou
handshakefulness. says:
porque tem demasiado amor próprio?
Hank says:
nao faço ideia
Hank says:
se o gajo se tivesse suicidado agora andavam gajos pseudo-cena-underground com tshirts dos smashing
Hank says:
assim, é uma ganda merda
Hank says:
quero que se fodam todos
handshakefulness. says:
não era nada
Hank says:
claro que era
Hank says:
é até demasiado óbvio
Hank says:
se o kobain n se tivesse matado era um corgan ag
Hank says:
se o elliott smith n se tivesse matado nem sequer ninguem o tinha ouvido
Hank says:
estas merdas são tristes
Hank says:
ainda mais tristes são os gajos que as criam

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Gang Gang Dance - Princes

Scarlett canta Buckley


"He's Just Not That Into You is a new movie based on a self-help book based on an episode of Sex & The City. In other words, I have no intention of seeing it. But, if forced, I would at least look forward to its soundtrack: My Morning Jacket, R.E.M., Talking Heads, Wilco, the Replacements, and the Cure appear. As does Scarlett Johansson covering the most famous Jeff Buckley song that's not a Leonard Cohen cover. Some say Scarlett's Tom Waits covers album was one of the best releases of 2008. The nicest thing I can say about this schmaltzy, solo piano-accompanied version of "Last Goodbye" is that it's two minutes shorter than the original."
Ouvir aqui.

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Animal Collective - Girls



primeiro grande vício do ano já tem vídeo.

terça-feira, janeiro 20, 2009

obama, a nova tez do mundo


foi hoje a tomada de posse, histórica, de obama. como será que ele chegou a washington?

duas dicas para 2009:

duas dicas para 2009:

Blackout Beach




das pontas dos dedos de Mercer só pode sair coisa boa.para quem gosta de frog eyes, wolf parade, swan lake...

the pains of being pure at heart



talvez um pouco colados a the smiths, mas bons!

segunda-feira, janeiro 19, 2009

quarta-feira, janeiro 14, 2009

VICKY CRISTINA BARCELONA (Trailer)



é por estas (e por outras) que eu adoro o Allen. pôr a Penélope aos beijos com a Scarlett é de génio.

Poesia completa de Herberto Helder



"Ofício Cantante - Poesia Completa (Assírio & Alvim) em breve nas livrarias. O volume de 624 páginas inclui, entre vários inéditos, todos os poemas do já esgotado A Faca Não Corta o Fogo, lançado em 2008."

caros amigos, se é que existem, parece-me esta uma óptima prenda para os meus vindouros 27 anos. obrigado.

Mixel Pixel - You're The Kind of Girl



parece que vai hypar este ano.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Morrissey's back


o morrissey está de volta. é possível ouvir o álbum aqui.


seagal + vampiros = big mac do caralho.

concertos do ano:



no age, ZDB
the national, aula magna
cut copy, sudoeste

(do pouco que perdi, muita pena não ter assistido a lightning bolt)

Clem Snide - Find Love



descobri isto há uns dias e - novo vício.

estupidez

ontem tive a certeza daquilo que o Einstein já balbuciava - a estupidez é infinita.
o que não é de per si grave.
grave é o facto de, hoje, os conceitos talento e brilhantismo terem sido completamente confundidos, energumenamente, com o conceito bom gosto.
se há coisa irritante e que me irrita, pulsa-me as entranhas, são as pequeninas mentes que por aí andam de "burro" na boca, quando de inteligência envergonham até a argutice do Gervásio.
no entanto, salvo raras excepções, os dj's não são músicos e os fotógrafos não pintam.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Jay-Z + Radiohead = Jaydiohead

"Considering the publicity wonders The Grey Album worked for Danger Mouse, we're surprised it's taken so long for someone to cook this one up. (Girl Talk did it for like 30 seconds, so that doesn't count.) Enter the enterprising DJ Minty Fresh Beats, who's mashed instrumental tracks from OK Computer, Kid A, and In Rainbows with various Jigga raps on a set titled Jaydiohead. Download it at jaydiohead.com. The sound you hear in the interim is a million DJs slapping their foreheads at once."

terça-feira, janeiro 06, 2009

mãe, os meus amigos são fixes!



"Não negues à partida um deficiente que não conheces." Luisonne dixit

sandes

Se há coisa que não percebo e me irrita verdadeiramente é o porquê de as sandes que fazemos em casa serem sempre piores que as dos cafés.

quinta-feira, dezembro 18, 2008

(D)os melhores de 2008

Why? - Alopecia

Cut Copy - In Ghost Colours

Dodos - Visiter

White Denim - Workhout Holiday

Woven Hand - Ten Stones

Vivian Girls - Vivian Girls

Vampire Weekend - Vampire Weekend

Tv on the Radio - Dear Science

The Walkmen - You & Me

Simon Bookish - Everything Everything

Shearwater - Rook

Santogold - Santogold

Portishead - Third

No Age - Nouns

Nico Muhly - Mothertongue

MGMT - Oracular Spectacular

Lykke Li - Youth Novels

Little Joy - Little Joy

Lil Wayne - Tha Carter III

The Kills - Midnight Boom

Hercules and Love Affair - Hercules and Love Affair

Gang Gang Dance - Saint Dymphna

Fleet Foxes - Fleet Foxes

Department of Eagles - In Ear Park

Deerhunter - Microcastle

Cass Maccombs - Dropping the Writ

Bon Iver - For Emma, Forever Ago

Beach House - Devotion

Atlas Sound - Let the Blind Lead Those Who Can See But Cannot Feel

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Pior do que já não saber dizer é simplesmente já não saber. Já não sei.

N.A.S.A. - Money (feat. David Byrne, Chuck D, Ras Congo, Seu Jorge & Z-Trip)

Isto é bué à frente!!




N.A.S.A. - Money ft. David Byrne, Chuck D, Ras Congo, Seu Jorge & Z-Trip from smokeYYY | That Real Ish on Vimeo.

The Stills - Don't talk down (feat. Brendan Canning)

NME's Top 50 of 2008



50 Heartbreak - Lies
49 Bloc Party - Intimacy
48 Ida Maria - Fortress Round My Heart
47 The Gaslight Anthem - The '59 Sound
46 Blood Red Shoes - Box Of Secrets
45 Black Keys - The Attack & Release
44 Lykke Li - Youth Novels
43 Black Kids - Partie Traumatic
42 School of Seven Bells - Alpinisms
41 These New Puritans - Beat Pyramid
40 The Kills - Midnight Boom
39 Chairlift - Does You Inspire You
38 Beck - Modern Guilt
37 Primal Scream - Beautiful Future
36 Frightened Rabbit - The Midnight Organ Fight
35 Cass Mccombs - Dropping The Writ
34 Los Campesinos! - We Are Beautiful, We Are Doomed
33 Deerhunter - Microcastle / Weird Era Cont.
32 Mogwai - The Hawk Is howling
31 Coldplay - Viva La Vida
30 Hot Chip - Made In The Dark
29 Nick Cave & the Bad Seeds - Dig!!! Lazarus Dig!!!
28 British Sea Power - Do You Like Rock Music?
27 Hercules And Love Affair - Hercules And Love Affair
26 Verve - The Forth
25 Portishead - Third
24 Bon Iver - For Emma, Forever Ago
23 Scarlett Johansson - Anywhere I Lay My Head
22 Oasis - Dig Out Your Soul
21 Lightspeed Champion - Falling Off The Lavender Bridge
20 Spiritualized - Songs in A and E
19 Fucked Up - The Chemistry of Common Life
18 Late Of The Pier - Fantasy Black Channel
17 Elbow - The Seldom Seen Kid
16 Ladyhawke - Ladyhawke
15 Last Shadow Puppets - The Age of Understatement
14 Laura Marling - Alas, I Cannot Swim
13 Fleet Foxes - Fleet Foxes
12 Crystal Castles - Crystal Castles
11 Neon Neon - Stainless Style
10 Friendly Fires - Friendly Fires
09 Kings Of Leon - Only By The Night
08 Mystery Jets - Twenty One
07 Santogold - Santogold
06 Metronomy - Nights Out
05 Foals - Antidotes
04 Vampire Weekend - Vampire Weekend
03 Glasvegas - Glasvegas
02 TV On The Radio - Dear Science
01 MGMT - Oracular Spectacular

quinta-feira, dezembro 11, 2008

The Week That Was - Scratch the Surface



bom! Bom!

Pumpkins não editam mais álbuns




"Billy Corgan disse ao Chicago Tribune que os Smashing Pumpkins «não vão editar mais álbuns», por causa das reacções negativas ao último «Zeitgeist».

«As pessoas já não ouvem álbuns. Passam-nos para um iPod, ouvem os singles e passam à frente», lamentou.

Contudo, apesar da recusa em voltar a gravar um longa-duração, os Smashing Pumpkins vão continuar a criar música nova. «A partir de agora, vamos passar a ser uma banda de singles. Seremos criativos mas de uma maneira diferente», garantiu ao jornal.

Mas também ao vivo, os Smashing preparam mudanças. «Não vamos voltar a dar concertos em que equilibramos passado e presente», afirmou Corgan.

«Vamos tocar em salas mais pequenas e fazer exactamente o que nos apetece. Não sou estúpido. Quero que as pessoas se sintam satisfeitas connosco», garantiu.

O músico lamentou também a recepção do público ao último álbum e à mais recente digressão. «O que mais me incomoda é acharem que estamos acabados. Não voltámos pelo dinheiro. (...)Não somos o tipo de banda que volta para tocar as canções antigas», reagiu." (in disco digital)

Será que alguma vez voltam a ser um terço do que eram? gostei destas declarações, até porque são verdade. hoje pouco se ouve discos e 90% dos discos que aparecem tÊm pouco mais que duas ou três músicas (boas).

terça-feira, dezembro 09, 2008

O concerto

Os corpos moviam-se ridiculamente ao som de uma guitarra pós-punk. Corpos que se alimentam quase exclusivamente de sons e palavras. As máscaras, meticulosamente colocadas pelos dedos conhecedores das duas realidades, espreitavam com uma maliciosa ingenuidade. Olho para a esquerda e vejo a americana.
Meia hora antes, fodido com a outra que não apareceu, após duas ou três cervejas, talvez seis ou nove, comento com o Pedro,
- aquela tipa é brutal.
O gajo retrucou - epá, a gaja é americana!
Entre risos soltei um – vai-te foder.
Sob um gesto flutuante, respondeu - sério, já sei tudo sobre ela.
Os meus cépticos olhos não acreditavam - fode-te pá.
- epá, ouvi-a a falar ao telefone.
- ah…rimos um pouco da situação.
Estava estranhamente sozinha, encostada à parede, sob pouca luz, apoiada na sombra que agora resplandecia. O cabelo, escorrido, confundia o olhar. Os olhos, fundos, eram de uma beleza fria e difusa que cegava. O rosto era de um fascínio cruel e misterioso, paisagem amena e violenta. Agora que penso nisso tinha algo de anos 70, de rock, de Joy Division e Sonic Youth.
O primeiro concerto tinha sido surreal. Não sei se bom, se uma merda. Talvez uma merda, mas pelo menos cómico. Cena pseudo-alternativa, com distribuição de pedras incluída para quem estava junto ao palco, além do contacto com cabos e mais umas merdices perdidas pelo sujo do palco, oferecida, talvez na busca de algo superior e improfícuo – a epifania tenebrosa de um casal estupidamente indie e estranho e anormalmente alto e estranho (o tipo era uma mistura de Caniggia e Fernando Torres). Álgebra maquilhada imperceptível aos olhos.
Recebi uma das pedras ao mesmo tempo que, gozando, ofereci o telemóvel ao Torres. Mas o tipo não gostou muito da brincadeira. Toda a gente riu. Senti-me um incólume pavão. O Pedro não parava,
– tens de ir falar com a americana.
– epá, não.
– foda-se, pode ser a mulher da tua vida.
Bem, pelo menos era parvamente linda. De uma vil e bárbara beleza que nos esmagava a todos. Lembrei-me de lhe oferecer a pedra que havia recebido do Torres e fi-lo juntando as duas mãos, entregando-lhe o místico objecto, ostensivamente tentando galar. Tinhas as penas erguidas e exibi um humedecedor ritual de acasalamento, mostrando toda a minha urdida masculinidade. Ela sorriu, muito. Largamente até, talvez por ter sido apanhada desprevenidamente.
Após mais umas cervejas, quatro ou cinco (a contagem certa daquilo que bebemos é importantíssima para a classe dos homens), o concerto principal finalmente começou. Aquele brilho inumano embebedava-me. Tinha dificuldades em conseguir não olhar para a americana. No fundo, não conseguia parar de conjecturar sobre como, quem seria e todas essas filhas-da-putice que me fazem viajar por entre a prolixidade das formas. Vi-lhe uma beleza palpitante e impenetrável. Algo que provinha de dentro como a luz do dia e aquilo não podia ser compassivo. Mas era muito mais do que isso. Havia algo de errado. Ou então de certo. De completamente certo.
O concerto foi melhorando de música para música. O Pedro não se calava e espicaçava-me para ir falar com ela. Não devia ser o único (não era de certeza). Ganhei coragem, enquanto engolia em seco e respirava fundo, ao mesmo tempo que o Pedro continuava como que atiçando um inocente rottweiller numa luta, até que, por entre uma música qualquer, fui falar com ela.
– i bet i’ll guess where you’re from!
Ela, interessada, respondeu – where?
Convictamente atirei – Brooklyn?? –
– no, i’m from Slovenia. Respondeu sorrindo.
Ambos rimos. Trocamos mais duas ou três palavras nos intervalos que demarcavam as músicas, quando existiam, as notas cruas e distorcidas que ali nos levaram. Lá fora, assistia a tudo isto a Lisboa das ruas negras e bebidas do Bairro Alto, a Lisboa pueril e terna, pródiga em histórias e em histórias de amor e em perdição. Provida do ar que inspira e queima e morde. Mãe dos acolhedores prostíbulos, berço do amor e da ternura daqueles já sem mãe.
O mosh aumentava a cada riff, ao mesmo tempo que o suor e a excitação ia correndo as testas e roupas de quase todos. Uma feroz alegria subia-me a espinha. A certa altura, enquanto curtia autisticamente o som, movimentando parcialmente a cabeça e os olhos (por esta altura provavelmente já só estava acompanhado de metade da roupa que levava), vi, impelido coercivamente pelo meu pescoço, a americana (agora eslovena) que, com a cabeça ligeiramente inclinada para a frente e os olhos cerrados, mexia-se compulsivamente, fazendo os seus cabelos, num rodopio, esvoaçarem pela sala, sob o olhar espantado e hipnotizado de muitos, principalmente o meu. O meu relógio parou por momentos, apertando o tempo. Sorri, como poucas vezes fiz, e continuei a minha dança insana, por vezes até macabra, acompanhado pelo gingar, com influências da cultura setubalense e, provavelmente, pelas raízes de uma qualquer dança tribal africana, do Pedro, que, de capuz enfiado na cabeça e braços e mãos levantadas, embora perto da nuca, como que bradando ao tecto da sala e a um qualquer Deus ímpio que por ali assombrava, espalhava amor pela confusão, mosh agora por toda a sala. Em breve o concerto acabava, deixando-me num geométrico aperto de quem precisa de saber.
Fugazes momentos cavavam o tempo. Algo me agarrou as entranhas. A maneira demoníaca que estes momentos têm de abrir portas é imbecilmente triunfal. Uma enorme poça de silêncio acolhia-me - quem era este anjo exterminador? Mapa louco por descobrir, deixando-me como única pista a linguagem da fascinação.
Quis ir falar-lhe mais. Quis ir perder-me e encontrar-me. Infelizmente sumiu-se rapidamente pela treva baixa das ruas do Bairro. Tornou-se na presença obscura das coisas que compreendem a minha razão, malhando-me o peito com a curiosidade.

domingo, dezembro 07, 2008

animais futebolísticos

"o hulk é um animal futebolístico."
Rui Santos dixit

The Wrestler (Darren Aronofsky )



o mickey rourke renasceu caralho.

tenho saudades do tarzan taborda!

sábado, dezembro 06, 2008

Os passos em volta, Herberto Hélder



como é possível apenas agora estar a ler herberto hélder?

terça-feira, novembro 25, 2008

segunda-feira, novembro 17, 2008

O Leitor (Stephen Daldry)



adaptação do "o leitor" de bernhard schlink.

* engraçado, embora ainda não o tenha lido, comprei este livro recentemente. para quem não sabe, o schlink é um dos juízes mais importantes do tribunal constitucional alemão.

sexta-feira, novembro 14, 2008

do miocárdio

todas estas conversas, estes apertos miocárdicos, lágrimas descendo lateralmente as faces interrompendo silêncios, confusões, meias verdades, os "ir embora", relações falhadas, palavras engasgadas, são não mais que um morrer lentamente, vão-nos destruindo pequenos pedaços de interior, de sentimento. no fim de tudo, que resta? hoje, o que queremos nós? o que é que nos move para além de um pequenino egoísmo que magoa (os outros e a nós próprios)? já não sei.

sábado, novembro 08, 2008

fofoca literária

"Rumores fatais sobre a atribuição recente do Prémio Portugal Telecom no Brasil: é verdade que, na penúltima votação sobre os dez finalistas (que decorreu em sistema aberto, ou seja, sabendo-se quem votava em quem), António Lobo Antunes estava em primeiro lugar e Cristóvão Tezza em terceiro lugar, ex-aequo com mais dois autores (que seriam Ondjaki e Bernardo Carvalho; em segundo estaria Beatriz Bracher)? É verdade que a diferença era de cerca de 12 votos? A derradeira votação foi fechada e inverteu a tendência...

Será verdade que há uma coincidência entre esta derradeira votação e a informação de que Lobo Antunes não se deslocaria ao Brasil?

Ah, rumores, rumores..." (in Ler)

Thee Silver Mount Zion (Zé dos Bois)


E os céus fecharam-se sobre a Lisboa das ruas negras e bebidas do bairro alto. O céu outrora azul, agora cinzento, choveu riffs lentos e harmoniosos e anárquicos…cena post-rock da melhor que por aí anda. Os longos cabelos loiros que sincronizadamente esvoaçavam ao meu lado acompanharam os meus sentidos tiques, por vezes até autistas. Os Thee Silver Mount Zion, entusiasticamente recebidos na ZDB, deram um dos melhores concertos que vi este ano. A começar pelo humor do vocalista, a acabar nos arranjos dos violinos, encontrados em Dvorak e/ou God Speed You Black Emperor ou algo que o valha. Só foi pena não terem tocado a Roxanne, consoante o Menuck ameaçou e, perante o meu pedido, não terem tocado Korn (quem por lá esteve perceberá certamente), até o palco, anormalmente erguido, permitia uma melhor visão da banda.
Depois do que por lá se passou, acredito piamente que 1 000 000 de pessoas morreram para fazer aquele som! Os guturais gritos que as guitarras soltaram durante o concerto mostraram-no. As músicas longas que nos fazem fechar os olhos e procurar microfones nas árvores ou luas e azuis cuspiram-no. Até deu para músicas de amor. Talvez até me tenha apaixonado por lá. Certamente vagueei, sabe-se lá por onde, durante muitos momentos. So, God bless Efrim Menuck.

quinta-feira, novembro 06, 2008

obama



ganhou o tipo que curte wilco e jay-z

quarta-feira, novembro 05, 2008

Super Bock em Stock



"Alguns dos nomes emergentes do panorama pop actual vão estar a 3 e 4 de Dezembro em Lisboa, mais concretamente, na Avenida da Liberdade, para a primeira edição do festival Super Bock em Stock.

The Walkmen, Lykke Li, Santogold e Ladyhake estreiam-se em Portugal. Rui Reininho, Deolinda, peixe:avião, Pontos Negros e João Coração formam a selecção nacional.

Os concertos decorrem nas salas 1 e 2 do Cinema São Jorge, Teatro Tivoli, Maxime e Teatro Variedades (Parque Mayer) e começam sempre às 21h30. Os bilhetes já se encontram à venda e têm o preço único de 40 euros.

Este passe dá acesso a todos os concertos. À porta de casa sala será disponibilizada uma aplicação bluetooth que cada espectador poderá descarregar para o seu telemóvel e que permitirá saber o número de lugares disponíveis em cada um dos locais, bem como outros conteúdos de interesse relacionados com o evento.

A Música no Coração, que organiza o evento, diz ainda que o Super Bock Em Stock pretende ser «um South by Southwest à dimensão de Lisboa», com os espectáculos a decorrerem à mesma hora nas quatro salas. A aposta centra-se em «novos valores» da pop sendo que o nome do festival se inspira no antigo programa de rádio Rock em Stock, de Luís Filipe Barros." (in disco digital)

quero, pelo menos, the walkmen, santogold e el perro del mar, e agora?

Este é o cartaz já conhecido:

3 de Dezembro

Maxime : A Fine Frenzy, El Perro del Mar
Tivoli : José James, Santogold
São Jorge : Ladyhawke, Rui Reininho
Sala 2 do São Jorge : doismileoito, Os Pontos Negros
Teatro Variedades : Caravan Palace, Guys From The Caravan, Tanya Stephens

4 de Dezembro

Maxime : Norberto Lobo + Jack Rose, The Profilers
Tivoli : The Walkmen, Marcelo Camelo
São Jorge : Phoebe, Deolinda
Sala 2 : Peixe : Avião. João Coração
Teatro Variedades : Lykke Li, Zita Swoon - A Band In A Box, X-Wife

terça-feira, novembro 04, 2008

relações

"Um bom casamento exige que o homem seja surdo e a mulher cega". Sócrates dixit