quinta-feira, abril 24, 2008
turvo véu do moralismo
é engraçado como certas pessoas, sob o turvo véu do moralismo, fazem juízos de valor sobre os demais, relativamente por ex. a episódios soltos proporcionados por noites bem bebidas e juventude melhor vivida e, logo, melhor ou pior, ao abrigo de causas de exclusão de "culpa" (mesmo que imbricadas)...
mais engraçado é ainda, quando as mesmas pessoas, sem qualquer causa para qualquer tipo de exclusão, visto a falta de carácter e falta de inteligência não integrarem qualquer tipo de exclusão de seja do que for, cometem as mais variadas atrocidades éticas, ao abrigo de bens dizem-no do cariz político e outros.
facilmente se generaliza a outras realidades.
as linhas que separam o moralismo oferecido, a imbecilidade e o aautocriticismo é deveras ténue.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, abril 22, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
sábado, abril 19, 2008
Scarlett Johansson - anywhere i lay my head
01 "Fawn" (Alice)02 "Town With No Cheer" (Swordfish Trombones)
03 "Falling Down" (Big Time)
04 "Anywhere I Lay My Head" (Rain Dogs)
05 "Fannin' Street" (Orphans)
06 "Song for Jo" (original)
07 "Green Grass" (Real Gone)
08 "I Wish I Was in New Orleans" (Small Change)
09 "I Don't Want To Grow Up" (Bone Machine)
10 "No One Knows I'm Gone" (Alice)
11 "Who Are You?" (Bone Machine)
Etiquetas:
Degustação Musical,
Notícias
sexta-feira, abril 18, 2008
Pá, Acôrde ortegráfique
Digam-me uma coisa, aquela nova publicidade do cristiano ronaldo já está ao abrigo do novo acordo ortográfico?! É que não se percebe um car%&/%# do que o tipo diz.
quinta-feira, abril 17, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
Death Cab For Cutie - I Will Possess Your Heart
(Narrow Stairs, 2008)
* (não esperava mas) isto está óptimo.
sexta-feira, abril 11, 2008
Como é que é possível ter uma equipa tão burra?
"Como é que é possível ter uma equipa tão burra?"
Estranha qualquer dixit
Estranha qualquer dixit
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quinta-feira, abril 10, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
Lee Scratch Perry - Repentance
Diz que o Scratch Perry fumou umas ganzas e lembrou-se de fazer um novo álbum e convidar uma amálgama de gente para participar - Moby, Chris Stein (Blondie), Brian Chippendale (Lightning Bolt), David Tibet (Current 93), Don Fleming e (Josh Werner da banda de Matisyahu). O álbum chama-se Repentance e vai ser produzido pelo Andrew W. K..Cheira-me que vai marcar o Verão.
(o verbo cheirar não foi usado displicentemente)
Etiquetas:
Degustação Musical,
Notícias
sexta-feira, abril 04, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
Amputação Flamingo
Estava a ouvir o remix da nude (Radiohead) pelos holy fuck e a pensar - óptimo, até que, tal não foi o meu espanto, quando chega a parte final da música, que é apenas perfeita, aquele crescendo praticamente em falsete do yorke, e chego à conclusão de que foi cortada. Como é que é possível cortar aquela parte da música pergunto-me. E não me movo no âmbito do subjectivo, não! Isto é objectivo, aquela parte da música é, sim, perfeita e, logo, brilhante e foi amputada pelos tipos que brincando à música nos pcs a cortaram. Porquê?! Para quê?!
Desta forma, aproveito a oportunidade para dizer que, a partir de agora, vou ter um extremo cuidado nos adjectivos que utilizar quando descrever/classificar algo, prima facie na música, para não ajudar à relativização do conceito "brilhante". Agora percebo e aplaudo a bitola de notas baixíssima empregue na minha faculdade.
Brilhante era o Mozart que tinha ouvido puro ou o Beethoven que chegou a compor quase surdo e não tipos que nem sequer sabem o que é um fá. O bom gosto, de per si, nada tem que ver com o brilhantismo musical.
Etiquetas:
Degustação Musical,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, abril 01, 2008
segunda-feira, março 31, 2008
There Will be Blood (2007)
Desde sempre que o Homem de uma ou outra forma tentou, em todo o imaginável, estratificar. A sociedade é ela própria um resultado dessa estratificação ou classificação em pirâmide.Será que é possível estratificar valorativamente os pecados mortais? Qual é o pecado mortal mais mortal?
Será que, socorrendo-nos de uma metodologia de ponderação de bens, é possível justificar certos actos tendo em conta determinadas realidades?
Olhando para a História não será óbvia a consideração de que a ganância é o pecado mortal mais grave? Ou pelo menos que acaba sempre por acarretar as consequências mais graves?
Será que, socorrendo-nos de uma metodologia de ponderação de bens, é possível justificar certos actos tendo em conta determinadas realidades?
Olhando para a História não será óbvia a consideração de que a ganância é o pecado mortal mais grave? Ou pelo menos que acaba sempre por acarretar as consequências mais graves?
O que é que realmente move o homem? Qual é, na verdade, a razão da existência?
Que valor devemos atribuir a determinados valores, como a família, por exemplo?
Qual é a linha que delimita a competição saudável da nociva?
Qual é a linha que delimita a competição saudável da nociva?
O Daniel Day-Lewis está brilhante. O "Haverá Sangue" é, efectivamente, melhor que o "Este país não é para velhos". A banda sonora é brilhante, é Jonny Greenwood.
8/10
Etiquetas:
Crítica Cinematográfica,
Degustação Cinematográfica
domingo, março 30, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
quinta-feira, março 27, 2008
terça-feira, março 25, 2008
Acórdão de Supremo Tribunal Administrativo nº 038616, de 05 de Junho de 1997
I - Infringe os deveres de assiduidade (art. 14/1 e 2-b) do RDPSP) e de aprumo (art. 16/1 e 2-i) do RDPSP), com manifesto prejuízo para a disciplina, susceptível de punição com pena de multa ( art. 45 do RDPSP), o guarda da PSP que se ausentou do local de serviço para que estava destacado, sem autorização, durante cerca de 10 minutos, para ir comprar tabaco e beber cerveja com um amigo.
Mas quem é que se importa com uma vírgula de oxford? A cena.
é por isso que eu oiço ana malhoa e britney spears e estou anos luz à frente da cena. a cena é que ainda não se apercebeu. na verdade, a cena não é verdadeiramente a cena, embora pense que sim. daí eu ser contra a cena. mas isso sou eu que sou avant garde e defendo os namorados de actrizes e sou infinesimamente cool e contra-cool ao mesmo tempo. viva a acena.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
A polícia dos valores
Devo afirmar que a minha avó opôs-se veemente contra o video postado acima.
Etiquetas:
Degustação Musical,
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
segunda-feira, março 24, 2008
domingo, março 23, 2008
sexta-feira, março 21, 2008
Os pessimistas
"Os pessimistas! Mas eu adoro-os, tanto quanto os optimistas me irritam como criaturas que não têm alma. Que é ser pessimista? É crer na vida, como ser diabólico, blasfemar, é ainda acreditar em Deus"
Raúl Brandão
* alguém que me compreenda nesta vida. e dos que melhor escreveram na nossa douta língua.
Etiquetas:
Degustação Literária,
Pensamentos/Inocuidades
Old School

"Kate Moss e o namorado (Jamie Hince dos Kills) foram apanhados a dançar na campa de Jim Morrison, em Paris. O casal esteve na capital francesa por causa de um concerto dos Kills.
Moss e Hince cantaram o tema «Alabama Song» enquanto dançavam. O segurança que os tinha deixado entrar fora do horário de funcionamento mandou-os calar e acabou por levar uma resposta torta.
Moss e Hince foram posteriomente convidados a sair. Ambos abandonaram o local a rir e a cantar."
quarta-feira, março 19, 2008
domingo, março 16, 2008
sábado, março 15, 2008
pop urbano-depressiva
neo-urbano-indie(o)-depressivo-intelecto-(arty)!
Vinha eu a sair da Católica a ouvir Tapes 'n Tapes, carregado de livros (de) estrangeiros...
Vinha eu a sair da Católica a ouvir Tapes 'n Tapes, carregado de livros (de) estrangeiros...
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quarta-feira, março 12, 2008
Teoria da conspiração
Arquitectando uma coerente e sólida teoria da conspiração, tenho agora a certeza que em Brooklyn se bebe da mesma água que no Canadá!
Etiquetas:
Degustação Musical,
Pensamentos/Inocuidades
segunda-feira, março 10, 2008
sexta-feira, março 07, 2008
da repulsa
repulsa.
do Lat. repulsa
s. f.,
acto ou efeito de repelir;
repugnância;
recusa enérgica.
é a palavra que se adequa exactamente à situação. os valores morreram hoje. eu...sigo da mesma forma. sim, sou superior.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quarta-feira, março 05, 2008
His Sad Quote - Vessels + Guiding Lights
Os His Sad Quote são uma banda lisboeta que acaba de preparar o primeiro álbum, ou melhor EP, começando agora a ser falados pela net...
Para começar devo dizer que, por acaso, conheço a banda pessoalmente e sempre os apelidei de "Radio Rós" e "Sigur Head", isto em tom de provocação e mesmo sabendo da vastidão de outras influências. O que não é uma crítica, mas apenas uma mera consideração constatatória e subjectiva. De qualquer forma, é uma primeira aproximação à banda.
Para começar devo dizer que, por acaso, conheço a banda pessoalmente e sempre os apelidei de "Radio Rós" e "Sigur Head", isto em tom de provocação e mesmo sabendo da vastidão de outras influências. O que não é uma crítica, mas apenas uma mera consideração constatatória e subjectiva. De qualquer forma, é uma primeira aproximação à banda.
Quanto ao EP em si, devo dizer que gosto especialmente de todas as músicas (é exactamente isto que quero dizer). A alguma componente pop (embora não propriamente tradicional) que encontro no processo de formação das músicas apraz-me. Relembro o óptimo refrão da música Light...ou a lenga lenga viciante da Turn Around.
Devo dizer que a margem de progressão parece-me óbvia, o que de per si exponencia automaticamente o valor do EP, embora considere que poderá/deverá haver algum acrescentar de valia através do explorar de coisas diferentes.
Gosto especialmente da sonoridade da voz e das variações rítmicas que caracterizam a sua música (o que denota alguma qualidade técnica).
Resumindo: a ouvir e acompanhar.
8/10
Etiquetas:
Crítica Musical,
Degustação Musical
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Uma grande razão
Dia 1 - Certeza (absoluta). Dia 2 - Incerteza (absoluta).
Afirmo cesarinisticamente que a grande razão é não haver razão. egoísmo temperado com egoísmo q.b..
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Óscar para a melhor banda sonora
A academia, para a atribuição do óscar para a melhor banda sonora, recorre a um critério estritamente formalista, o qual considero completamente ultrapassado. Na verdade, justifica-se aqui, como na maioria dos casos, e sem desprimor para o formalismo, um critério, pelo menos parcialmente, material para a atribuição do referido óscar. Só assim se poderão evitar casos como o deste ano, em que a banda sonora do filme There will be blood nem sequer foi nomeada.
Etiquetas:
Degustação Cinematográfica,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Paris is burning
Não sei porquê mas vejo a Paris ardendo. escura e ardida. não há mais amor. em Paris.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
domingo, fevereiro 24, 2008
Avant-garde
O Pere Ubu disse que a Britney Spears é que é avant-garde. Seguindo a mesma linha de pensamento, embora não alcoolizado, afirmo agora - a Ana Malhoa é que é avant-garde.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
weird boys like weird girls
Sou apenas estranho, o que é assustador.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
terça-feira, fevereiro 19, 2008
domingo, fevereiro 17, 2008
Galáxia consideracional
A caneta saltou repentinamente para a minha mão direita, impingindo-se. Dei por mim perdido novamente em (des)considerações. Chamei-lhe, ironicamente, galáxia consideracional. Passou a ser um esconderijo recorrente. O esconderijo. Como sempre, tinha música a meu lado na vazia cama de agora. Saiu entretanto. Recusou-se a sair logo quando lhe pedi (precisava de estar sozinho). Ela ainda (até) se insurgiu, porém acabou por esquecer. E despiu-se. Cedo saiu depois. E fiquei aliviado. Não pelo sexo, mas porque não estava com paciência para aturar as suas meninices impertinentes. A música não me saía da cabeça, "eu quero apenas aquilo que não posso ter". Interessante considerou o meu eu. E perguntou-me retoricamente, mas como podes tu querer algo que não podes ter, se nem sequer sabes qual o objecto do teu querer? Quando muito não podes ter, porque nem sequer sabes o que queres. Irritado com toda esta conversa de merda, gritei um curto, mas veemente "vai pró caralho". Na verdade, e embora não o tenha referido de ínicio, encontrava-me particularmente nervoso. Continuei encontrado pela galáxia consideracional, de certa forma obscura, mas até acolhedora. Começo a assustar-me, gritou a música, também nervosa, provavelmente por minha causa. A faixa mudou e despertei. Estava de pé no centro do quarto, de braços caídos, verticalmente inerte. De repente, o meu corpo, normalmente quente, arrefeceu abruptamente. Caí desmaiado descordenadamente (e por momentos não soube o que era). Acordei e enfiei-me mecanicamente na cama, como sempre, atulhada de livros e folhas. Não adormeci logo. Adormeci depois (ainda ouvi chamarem o meu nome)...
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
OKX: A Tribute to OK Computer

1 - Doveman - "Airbag" [Doveman's notes]
2 - Slaraffenland - "Paranoid Android" [Slaraffenland notes]
3 - Mobius Band - "Subterranean Homesick Alien" [Mobius Band's notes]
4 - Vampire Weekend - "Exit Music (For a Film)" [Vampire Weekend's notes]
5 - David Bazan's Black Cloud - "Let Down" [David Bazan's notes]
6 - John Vanderslice - "Karma Police" [John Vanderslice's notes]
7 - Samson Dalonoga feat. The Found Sound Orchestra - "Fitter Happier" [Samson Dalonoga's notes]
8 - Cold War Kids - "Electioneering" [Cold War Kids' notes]
9 - The Twilight Sad - "Climbing Up the Walls" [The Twilight Sad's notes]
10 - Marissa Nadler feat. Black Hole Infinity - "No Surprises" [Marissa Nadler's notes]
11 - My Brightest Diamond - "Lucky" [My Brightest Diamond's notes]
12 - Flash Hawk Parlor Ensemble - "The Tourist" [Flash Hawk Parlor Ensemble's notes]
13 - B-Side: Northern State - "No Surprises" [Northern State's notes]
14 - B-Side: Chris Walla - "Polyethylene (Parts 1 & 2)" [Chris Walla's notes]
* Foi uma das melhores prendas do dia dos namorados, oferecida não no dia dos namorados e por uma não namorada! Thanks MJey.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Scarlett canta Tom Waits
A Scarlett Johansson agora também canta. "O álbum foi produzido por Dave Sitek (TV On The Radio) e conta com as participações de Sean Antanaitis (Celebration) e Nick Zinner (Yeah Yeah Yeahs). O álbum é composto por dez versões de Tom Waits, que já ouviu o disco e «gostou», disse a actriz agora transformada em cantora." Para além do David Bowie que participa em duas músicas.
Etiquetas:
Degustação Musical,
Notícias
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
domingo, fevereiro 10, 2008
sábado, fevereiro 09, 2008
Marilyn Manson - This is The New Shit
babble bable, bitch bitch, rebel rebel, party party, sex sex sex and don't forget the violence
Quase gosto da vida que tenho, Pedro Paixão
Tal não foi o meu espanto ao comprar o livro "quase gosto da vida que tenho", do Pedro Paixão, e ao folhear as primeiras páginas ler, logo no início, "babble bable, bitch bitch, rebel rebel, party party, sex sex sex and don't forget the violence".
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Lightning Bolt em Portugal
Lightning Bolt em Portugal, em meados de Abril, em sítio a definir (consta que será mítico).
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
A subida
Deixei-a, friamente, junto a um taxi. Praticamente nem esperei ou acenei despedindo-me. Perdi por momentos o senso, perdi-me. Entretanto, quase sem dar por isso, começou a chover lentamente. Voltei para casa, arrastei-me (impelido pelos all star gastos e quase rasgados pelas noites que me consumiram), transtornado, enquanto todo eu começava a ficar engelhadamente molhado. A água da chuva e as lágrimas, ambas tristes, pingavam-me a cara à vez. O casaco, agora encharcado, vertia gotas, por uma das suas oblíquas pontas, daquele misto ou mosto de lágrimas/água da chuva. Pesava. Provavelmente foi uma qualquer reacção provocada pela amargura ácida do sal que compõe as minhas lágrimas. Acho que em tempos foram doces. Continuei subindo a rua metocadicamente, aos encontrões com o acaso. Não ouvia. Tinha os headphones enterrados violentamente violentando-me as orelhas em troca de uns sons. Ouvia qualquer coisa triste à qual nem sequer prestava atenção. Os ténis, sujos e ainda mais gastos, embicavam nas dramaturgias soltas de uma calçada intensa e irritante que me enfrentava inclinadamente, aquelas que atribuo à minha vida. Os olhos, estranhamente abertos e inertes, transpareciam uma qualquer loucura bebida, ainda não diagnosticada, mas prognosível. A chuva não parava, por muito que me irritasse, e a música que me entoava o cérebro anunciava a perdição que vinha (venho) a esconder. Parei por momentos e olhei para cima, encarando de frente a chuva e o escuro que escondia a noite. Ninguém respondeu. Intimado a andar, o meu corpo resistiu mesmo sob pena de uma possível sanção. Inexistia neste preciso momento. Deixei de saber quem era, apesar de lúcido. perdi-me por ali. De repente, e após acordar, uma súbita jocosa e terna ironia apossou-se dos meus olhos e fez-me sorrir. Ainda mais encharcado. Era raiva encapotada. Saí do corpo que me encurtava os passos. Rapidamente desapareci e não me procurei. Ninguém me procurou. Adormeci.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Metodologia fuzzy aplicada à cena
A comunidade arty que quer ser intelectual. A comunidade intelectual que quer ser arty. A comunidade ignorante que não sabe que é ignorante. Os outros.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Dei por mim
Dei por mim a escrevinhar-me enquanto dramaturgia amputada de desilusão, de entre tantas outras.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
segunda-feira, janeiro 28, 2008
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Conversa msneana com amigo (e colega):
Conversa msneana com amigo (e colega):
Ser vivo diz:
tou a deprimir
Jorge Sampaio diz:
....
Jorge Sampaio diz:
lol
Ser vivo diz:
pra q isto tudo?
Jorge Sampaio diz:
q se passa companheiro?
Ser vivo diz:
pra q esta preocupação com assuntos de outras pessoas?
Jorge Sampaio diz: lolol
Ser vivo diz:
geralmente pessoas estupidas e chatas...
Ser vivo diz:
pra tar c os mes amigues 1 vez por mês, na melhor das hipoteses?
Ser vivo diz:
fdx
Ser vivo diz:
vou-me matar
Ser vivo diz:
levantar todos os dias às 7.30
Ser vivo diz:
deitar às 23.30
Ser vivo diz:
estudar
Ser vivo diz:
estar a par da constante evolução da legislação
Jorge Sampaio diz:
lolololololol
Ser vivo diz:
aturar filhos da puta q so sabem chatear
Ser vivo diz:
pensar nos problemas de outros
Ser vivo diz:
fdx
Ser vivo diz:
pra q???
Ser vivo diz:
tou a deprimir
Jorge Sampaio diz:
....
Jorge Sampaio diz:
lol
Ser vivo diz:
pra q isto tudo?
Jorge Sampaio diz:
q se passa companheiro?
Ser vivo diz:
pra q esta preocupação com assuntos de outras pessoas?
Jorge Sampaio diz: lolol
Ser vivo diz:
geralmente pessoas estupidas e chatas...
Ser vivo diz:
pra tar c os mes amigues 1 vez por mês, na melhor das hipoteses?
Ser vivo diz:
fdx
Ser vivo diz:
vou-me matar
Ser vivo diz:
levantar todos os dias às 7.30
Ser vivo diz:
deitar às 23.30
Ser vivo diz:
estudar
Ser vivo diz:
estar a par da constante evolução da legislação
Jorge Sampaio diz:
lolololololol
Ser vivo diz:
aturar filhos da puta q so sabem chatear
Ser vivo diz:
pensar nos problemas de outros
Ser vivo diz:
fdx
Ser vivo diz:
pra q???
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quinta-feira, janeiro 24, 2008
In 26 years I've drunk fifty thousand beers
"Troubles, no troubles, on the line, & I can't stand
to see you, I can't stand to see you when you're
crying at home. Scotch & penicillin, please try
Carlton, a cold black maple hanger & husbands
on the run I just got back from a dream attack
that took me by surprise & in there I met a lady,
her name was Shady Sides & she said, "It's been
evening all day long, evening all day long & how can
something so old be so wrong". Sin and gravity drag
me down to sleep to dream of trains across the sea,
trains across the sea. Half hours on earth, what are they worth, I don't know.
In 27 years I've drunk fifty thousand beers
& they just wash against me like the sea into a pier...."
(Trains across the sea, Silver Jews)
to see you, I can't stand to see you when you're
crying at home. Scotch & penicillin, please try
Carlton, a cold black maple hanger & husbands
on the run I just got back from a dream attack
that took me by surprise & in there I met a lady,
her name was Shady Sides & she said, "It's been
evening all day long, evening all day long & how can
something so old be so wrong". Sin and gravity drag
me down to sleep to dream of trains across the sea,
trains across the sea. Half hours on earth, what are they worth, I don't know.
In 27 years I've drunk fifty thousand beers
& they just wash against me like the sea into a pier...."
(Trains across the sea, Silver Jews)
Etiquetas:
Datas,
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
Nutshell, Alice In Chains
Isto foi basicamente o meu vigésimo quinto ano de vida.
(cheira-me que o Ledger andava a sentir qualquer coisa de parecido)
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Ainda sobre o hi5...
Ainda sobre o hi5...
e aquando de discussão sobre as fotos que por lá andam:
"infelizmente esse «poseurismo» é no fundo e apenas uma tentativa masturbatória do ego..."
e aquando de discussão sobre as fotos que por lá andam:
"infelizmente esse «poseurismo» é no fundo e apenas uma tentativa masturbatória do ego..."
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, janeiro 22, 2008
O Estado Preguiçoso e a polícia sanitária pró-activa!
Artigo escrito em cima da perna (esquerda) em cerca de uma hora para o jornal da terriola.
"Após a ausência no último número por questões profissionais, prodigamente volto à nossa coluna, embora desta feita desacompanhado do meu amigo e colega de coluna.
O tema deste número prende-se com matérias que pretendo abordar no mestrado que frequento actualmente, e que têm que ver essencialmente com questões derivadas da existência de um constitucional dever de protecção policial que vincula o Estado e com a ausência de acção por parte do Estado quando obrigado a actuar por imposição de um qualquer direito fundamental.
Parece-me um bom exercício pegar num exemplo que nos pode ajudar a compreender de uma forma genérica esta problemática, nomeadamente a ASAE, que de há uns tempos para cá ficou na moda.
Não há ninguém que não tenha já criticado a impetuosidade e excesso de diligência por parte da ASAE, verdadeira polícia “sanitária”, que tem deixado um rasto de fechos um pouco por todo o país, havendo já quem brinque com esta, digamos caricata, situação dizendo que a mulher do director da ASAE já nem cozinha em casa com medo que o marido lhe feche a cozinha.
Pois bem, neste caso está em causa, principalmente, uma questão de excesso de actuação por parte desta entidade, restando perguntar se esta actuação em demasia não ultrapassa (ou até atropela) o dever de protecção policial garantido pela Constituição. Na verdade, até poderíamos identificar uma distinção entre duas situações, ou dois tipos de estabelecimentos - aqueles que de alguma forma nos criam as expectativas de que estamos num sítio com certas condições (sanitárias, etc..), e outros que não nos criam qualquer expectativa, e mesmo assim vamos lá.
Quanto aos primeiros estabelecimentos faria todo o sentido a existência de uma forte intervenção por parte da ASAE, nos segundos nem tanto. Embora seja verdade que é complicado fazer uma distinção destas em termos legais, na verdade no segundo caso, imaginemos uma torpe tasca, existe quase um consentimento do cliente lesado, que mesmo sabendo que aquele estabelecimento não tem as condições necessárias impostas pela lei, vai lá. Ora, aqui em abstracto não faria muito sentido que esta protecção policial fosse muito intensa e o dever de protecção no caso em concreto poderia (ou até deveria) interpretar-se restritivamente.
Imaginemos agora o exemplo contrário, em que a ASAE pouco actuava. A partir de quando poderíamos dizer que a ASAE estaria a incorrer numa ilegalidade por falta de acção, por omissão, visto estar obrigada por um dever a proteger os cidadãos? Quando poderia alguém ir ao tribunal e dizer que a ASAE devia ter inspeccionado uma actividade qualquer e não o fez. Na verdade facilmente se consegue obviar a algo deste género, argumentando que ou não se fez aquela inspecção por falta de meios económicos (o Estado só pode fazer aquilo que é economicamente possível), ou que se vai fazer, porém ainda não houve oportunidade ou tempo…etc.
Então mas quando é que a actuação é tão insuficiente que se pode dizer que um determinado direito fundamental foi violado pelo estado? Posso avançar que esta é uma questão praticamente ainda não estudada a nível nacional e mesmo internacional, embora exista um certo avanço (dogmático) na Alemanha quanto a este assunto. Na verdade quase todos admitem que se o Estado simplesmente não actuar, quando esteja vinculado por um direito fundamental qualquer, está a violar algo. Mas praticamente quase ninguém consegue dizer a partir de quando é que essa omissão se torna relevante, ou seja quais são os critérios para dizer que o Estado actuou menos do que aquilo a que estava obrigado. Uma primeira resposta poderá ser a de que se por falta de actuação do Estado se ponha em causa a dignidade da pessoa humana. Imagine-se por exemplo um caso extremo em que a omissão do Estado leva à possível morte de pessoas. Mas certamente existirão casos não tão extremos e que no entanto essa falta de omissão do Estado é também relevante e judicialmente invocável.
Ora, infelizmente, por agora ainda não consigo avançar um critério unívoco que consiga dizer quando é que haverá uma “omissão violadora”. De qualquer forma, qualquer critério a usar terá de ser ponderado consoante cada caso concreto, e deverá apoiar-se em juízos de proporcionalidade, adequação e necessidade. Mas por agora, pelo menos, podemos já afirmar que se o Estado estiver vinculado constitucionalmente a algo, por exemplo por um dever de protecção policial, e não actuar, pelo menos de uma forma mínima, e isto tendo em conta o caso em concreto e que seja uma omissão desproporcional, podemos estar perante algo que pode ser invocado em Tribunal contra o Estado.
Para finalizar imaginemos outro exemplo, a Constituição diz qualquer coisa como todos têm direito a uma habitação. Ora, será que isto quer dizer que qualquer pessoa pode dirigir-se ao Governo e pedir uma casa? Obviamente que não, até porque economicamente seria algo de concretização impossível. O que a Constituição quer dizer é que o Estado deve criar estruturas dentro das suas possibilidades para que todos tenham uma habitação condigna. Ora se o Estado nada fizer para que isto aconteça poderemos dizer que o Estado está a violar o direito fundamental a uma habitação condigna por omissão. Esperando que o texto não se tenha tornado demasiado técnico e que seja minimamente interessante para quem o ler (ou então estarei aqui a violar qualquer coisa), aproveito para desejar um bom ano a todos."
O tema deste número prende-se com matérias que pretendo abordar no mestrado que frequento actualmente, e que têm que ver essencialmente com questões derivadas da existência de um constitucional dever de protecção policial que vincula o Estado e com a ausência de acção por parte do Estado quando obrigado a actuar por imposição de um qualquer direito fundamental.
Parece-me um bom exercício pegar num exemplo que nos pode ajudar a compreender de uma forma genérica esta problemática, nomeadamente a ASAE, que de há uns tempos para cá ficou na moda.
Não há ninguém que não tenha já criticado a impetuosidade e excesso de diligência por parte da ASAE, verdadeira polícia “sanitária”, que tem deixado um rasto de fechos um pouco por todo o país, havendo já quem brinque com esta, digamos caricata, situação dizendo que a mulher do director da ASAE já nem cozinha em casa com medo que o marido lhe feche a cozinha.
Pois bem, neste caso está em causa, principalmente, uma questão de excesso de actuação por parte desta entidade, restando perguntar se esta actuação em demasia não ultrapassa (ou até atropela) o dever de protecção policial garantido pela Constituição. Na verdade, até poderíamos identificar uma distinção entre duas situações, ou dois tipos de estabelecimentos - aqueles que de alguma forma nos criam as expectativas de que estamos num sítio com certas condições (sanitárias, etc..), e outros que não nos criam qualquer expectativa, e mesmo assim vamos lá.
Quanto aos primeiros estabelecimentos faria todo o sentido a existência de uma forte intervenção por parte da ASAE, nos segundos nem tanto. Embora seja verdade que é complicado fazer uma distinção destas em termos legais, na verdade no segundo caso, imaginemos uma torpe tasca, existe quase um consentimento do cliente lesado, que mesmo sabendo que aquele estabelecimento não tem as condições necessárias impostas pela lei, vai lá. Ora, aqui em abstracto não faria muito sentido que esta protecção policial fosse muito intensa e o dever de protecção no caso em concreto poderia (ou até deveria) interpretar-se restritivamente.
Imaginemos agora o exemplo contrário, em que a ASAE pouco actuava. A partir de quando poderíamos dizer que a ASAE estaria a incorrer numa ilegalidade por falta de acção, por omissão, visto estar obrigada por um dever a proteger os cidadãos? Quando poderia alguém ir ao tribunal e dizer que a ASAE devia ter inspeccionado uma actividade qualquer e não o fez. Na verdade facilmente se consegue obviar a algo deste género, argumentando que ou não se fez aquela inspecção por falta de meios económicos (o Estado só pode fazer aquilo que é economicamente possível), ou que se vai fazer, porém ainda não houve oportunidade ou tempo…etc.
Então mas quando é que a actuação é tão insuficiente que se pode dizer que um determinado direito fundamental foi violado pelo estado? Posso avançar que esta é uma questão praticamente ainda não estudada a nível nacional e mesmo internacional, embora exista um certo avanço (dogmático) na Alemanha quanto a este assunto. Na verdade quase todos admitem que se o Estado simplesmente não actuar, quando esteja vinculado por um direito fundamental qualquer, está a violar algo. Mas praticamente quase ninguém consegue dizer a partir de quando é que essa omissão se torna relevante, ou seja quais são os critérios para dizer que o Estado actuou menos do que aquilo a que estava obrigado. Uma primeira resposta poderá ser a de que se por falta de actuação do Estado se ponha em causa a dignidade da pessoa humana. Imagine-se por exemplo um caso extremo em que a omissão do Estado leva à possível morte de pessoas. Mas certamente existirão casos não tão extremos e que no entanto essa falta de omissão do Estado é também relevante e judicialmente invocável.
Ora, infelizmente, por agora ainda não consigo avançar um critério unívoco que consiga dizer quando é que haverá uma “omissão violadora”. De qualquer forma, qualquer critério a usar terá de ser ponderado consoante cada caso concreto, e deverá apoiar-se em juízos de proporcionalidade, adequação e necessidade. Mas por agora, pelo menos, podemos já afirmar que se o Estado estiver vinculado constitucionalmente a algo, por exemplo por um dever de protecção policial, e não actuar, pelo menos de uma forma mínima, e isto tendo em conta o caso em concreto e que seja uma omissão desproporcional, podemos estar perante algo que pode ser invocado em Tribunal contra o Estado.
Para finalizar imaginemos outro exemplo, a Constituição diz qualquer coisa como todos têm direito a uma habitação. Ora, será que isto quer dizer que qualquer pessoa pode dirigir-se ao Governo e pedir uma casa? Obviamente que não, até porque economicamente seria algo de concretização impossível. O que a Constituição quer dizer é que o Estado deve criar estruturas dentro das suas possibilidades para que todos tenham uma habitação condigna. Ora se o Estado nada fizer para que isto aconteça poderemos dizer que o Estado está a violar o direito fundamental a uma habitação condigna por omissão. Esperando que o texto não se tenha tornado demasiado técnico e que seja minimamente interessante para quem o ler (ou então estarei aqui a violar qualquer coisa), aproveito para desejar um bom ano a todos."
segunda-feira, janeiro 21, 2008
sexta-feira, janeiro 18, 2008
quinta-feira, janeiro 17, 2008
da natureza do hi5
"o hi5 é a lixeira intergaláctica do recalcamento existencial" (PG dixit)
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
sábado, janeiro 12, 2008
quinta-feira, janeiro 10, 2008
Untitled
A minha consciência sentiu-se coagida a publicar este texto mensagem que um amigo meu me enviou há uns tempos, até porque cada vez mais sei da veracidade de tais afirmações:
"fico contente por perceberem o meu ponto de vista e no fundo pensarem o mesmo que eu!!!isto no fundo é uma situação nova pra min. eu falo muito do bá e ele em muitas coisas desiludiu-me, como eu ja vos falei bilioes de vezes, mas nunca aconteceu tal cena com ele! o pina disse-me que outro amigo qualquer teria feito o mesmo porque eu nunca disse ao mourinho que gostava dela..vou começar a andar com uma t shirt para a próxima..a ela não lhe vou dar outra oportunidade e o mourinho só tenho de perdoá-lo porque ele não sabe o que faz!! o que eu mais que tudo gostava de saber e não me importaria de pagar bem era no fundo perceber as intenções e o que pretendem pessoas nesta onda!! saber a verdade, saber porque é que ela realmente fez isto, e porque é que realmente voltou a fazer mais ou menos o mesmo com o mourinho. Porque é que a bruna acabou contigo, o que é que a joana pretendia realmente do bá, o que é que é que a lúcia pretendia do bá, o que é que se passou com a raquel do mourinho, o que é que se passou com a carolina do jae, a clara aqui de silves etc!! saber o que é que estas pessoas querem, o que é que elas pensam, para que no futuro eu me saiba afastar e defender, saber identificá-las à distância tal como se faz com um alcoolico!! ps: bato punhetas todos os dias, estou farto, "se não for eu a fodê-la é outro qualquer".."cuida bem dela","nós somos só amigos".
Na verdade, este texto é meramente exemplificativo da degradação de valores e egoísmo que toma cada vez mais a sociedade.
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
terça-feira, janeiro 08, 2008
domingo, janeiro 06, 2008
Um doce
Um doce para quem calar o Rui Santos. Estou prestes a cortar os pulsos. É verdade, a estupidez deste tipo consegue ultrapassar limites antes impensáveis.
All the weirdos are heroes!!!
All the weirdos are heroes!!!
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
sábado, janeiro 05, 2008
Como falar dos livros que não lemos?
Bem, ainda não li o livro, mas achei piada à temática. E a pergunta é do mais pertinente que existe, visto inúmeras vezes falarmos de álbuns, livros, filmes, etc, que não vimos. então, será que podemos falar de livros que não lemos?
Etiquetas:
Degustação Literária,
Pensamentos/Inocuidades
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Aman Iman, Tinariwen
Letras imperceptíveis, riffs tribalmente crus, puro rock puro (merda de descrição, mas percebe-se a ideia).Um dos melhores do ano.
8,5/10
Etiquetas:
Crítica Musical,
Degustação Musical
rihanna - umbrella
esta merda é cool!
O jay z tem uns ténis muito cool!
Nesta passagem de ano perdi uma dos melhores momentos da maior estrela dos meus amigos, que à força do álcool dançou e cantou a umbrella agarrado a um umbrella. You're a fuckin no band rock star.
quinta-feira, janeiro 03, 2008
clube de jornalistas
mensagem recebida às 00:03:25
"Estes gajos do clube de jornalistas sao uns mentais do c#$%%&7...NÃO vejas nunca este programa na rtp2 ou ainda acabas a dizer que o Luís Delgado até tem uma conversa acertada...É só parolos...Fdx, o mundo está podre! Que merda de jornalismo..."
"Estes gajos do clube de jornalistas sao uns mentais do c#$%%&7...NÃO vejas nunca este programa na rtp2 ou ainda acabas a dizer que o Luís Delgado até tem uma conversa acertada...É só parolos...Fdx, o mundo está podre! Que merda de jornalismo..."
Etiquetas:
Devaneios,
Pensamentos/Inocuidades
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























